Sociedade União Musical Alenquerense

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  • 1 Dezembro 2016

Eu e a S.U.M.A. - 01 Abril 2017

Conversa entre amigas na escola:

Mariana – Margarida, porque começas-te a aprender música?

Margarida – Eu comecei a aprender musica porque sempre tive o “bichinho” da música dentro de mim. Comecei a aprender na escola de música da SFUPA com 8 anos e passados alguns tempos de solfejo escolhi o meu instrumento: Flauta Transversal. Em 2012, fiz o meu primeiro concerto. Foi um sonho tornado realidade. Ainda me lembro da felicidade que eu senti ao pisar o palco com a Banda pela primeira vez.

Mariana – Eu também comecei como tu. Com 10 anos fui aprender solfejo para a escola de música da SFUPA pois tinha esse sonho de tocar Flauta numa banda. Fui muito motivada por amigos para ir para a banda. Também, como tu, passado algum tempo de solfejo recebi a flauta (o instrumento que desde que comecei a aprender solfejo queria tocar). Passados 2 anos na flauta fui convidada para integrar a banda e assim, no 1 de dezembro de 2014 entrei na Banda.

Margarida – Mas o percurso na SUMA começou em 2015, quando comecei a ter aulas na escola de música da SUMA e nesse mesmo ano passei a integrar a Banda e a Orquestra Juvenil.

Mariana – Eu também. Comecei a ter aulas na escola de música da SUMA em 2015 e quando dei por mim (passado 1 mês) já tinha integrado a Banda e a Orquestra Juvenil. Lembro-me muito bem dos nervos que tinha antes de pisar o palco mas depois de o pisar senti imensa felicidade. Também me lembro da primeira música que toquei com a SUMA: o Fado de Alenquer.

Margarida – Pois foi, muitos nervos mas também muita felicidade ao pisar o palco. Fomos muito bem recebidas na SUMA. Eles acolheram-nos como uma família. A música é muito importante para nós e está muito presente na nossa vida. Cada vez que tocamos evoluímos sempre um pouco mais.

Mariana – E os ensaios são muito importantes não só para tocarmos obras em conjunto com a Banda mas também é importante o convívio depois dos ensaios. Posso mesmo dizer que fiz aqui grandes amigos que quero levar para a vida toda. Vejo a SUMA como uma família para mim!

Margarida – Concordo plenamente! Mas já me estava a esquecer, também é importante referir o Ensemble de Sopros que integramos em 2016, onde tocamos as duas a solo a música “Imagine”.

Mariana – Pois é! Temos muito a agradecer à SUMA que além da evolução que nos proporcionou, deu-nos também uma família que fica na memória para a vida toda.


Obrigado SUMA!

Margarida Teixeira e Mariana Jacinto

(Flautistas)

 

Voce Esta: Crónicas Eu e a S.U.M.A. - 01 Abril 2017