Sociedade União Musical Alenquerense

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  • 1 Dezembro 2016

Eu e a S.U.M.A. - 04 Novembro 2016

 

Sabedoria.

União.

Música.

Amizade.

Qualidades que caracterizam a SUMA.

A minha entrada e o meu percurso na Banda tem sido, igual ao de tantos outros elementos.

Sem ligações familiares, foi através de amigos que fui experimentar as aulas de solfejo. A experiência foi agradável e…fiquei!

Nesse ano foi, eventualmente, o ano em que entrou o maior número de alunos para a escola de música, éramos cerca de 20.

Comecei pelas aulas de solfejo, depois, e a título de incentivo, chegou o tão desejado instrumento. Foi a 1ª conquista!

Posteriormente, num concerto do 25 de Abril, entrei para a Orquestra Juvenil da SUMA, vulgarmente conhecida como “Mini-Banda”.

No 1º de Dezembro de 2007, chegaram os momentos que tanto ansiava: vestir pela primeira vez a farda da Sociedade União Musical Alenquerense e entrar na “Banda Grande”.

Sem que desse por isso, “o bichinho” ou como lhe queiram chamar, foi ganhando outra importância.

Quando me apercebi, eu integrava a “Banda Grande”, o meu pai era membro da direcção da SUMA e a minha mãe ajudava na cozinha, na já famosa “Banda do Avental” – um grupo de pessoas que voluntariamente dedicam o seu tempo a ajudar a Sociedade – um dos principais pilares da SUMA e tão importante para nós.

Quando a SUMA explorava o restaurante na feira da Ascensão, lá estávamos nós a ajudar na cozinha e a servir às mesas, enquanto a minha irmã dormia num colchão, no canto do Fórum Romeira, com vista a estarmos mais tempo dedicados à SUMA.

Tudo isto a par das aulas de música, dos ensaios, dos concertos, dos convívios no Bar da SUMA a ouvir as histórias dos mais velhos, algumas delas que foram passando de geração em geração e ouvir as sábias palavras do nosso maestro.

Como o “ar” da SUMA é contagiante, mais tarde, a minha irmã ingressou nesta grande casa.

A minha experiência na SUMA levou-me a compreender a importância do coletivo – percebi que o resultado final é melhor, se nos unirmos e trabalharmos para o grupo e não para proveito próprio.

SUMA, onde conheci verdadeiros exemplos de vida, de pessoas que dão tudo de si em prol da coletividade.

A par da formação musical, também o meu crescimento pessoal tem sido fortemente influenciado pelas vivências da SUMA, cujo segredo dos seus 125 anos, é o seu famoso espírito familiar.

A todas as pessoas que ao longo dos anos que criaram, desenvolveram e contribuíram para o que a SUMA é hoje, BEM HAJAM.

Nos últimos dias, a vida apresentou-me a maior dificuldade, que vivi até hoje. A par do conforto e amparo da família e amigos, lá estava, o ombro da Família SUMA.

Obrigado SUMA!

Por isso, digo a SUMA não se escreve, … Sente-se!

Madalena Rosado

(Clarinetista)

Voce Esta: Crónicas Eu e a S.U.M.A. - 04 Novembro 2016