Sociedade União Musical Alenquerense

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  • 1 Dezembro 2016

Crónica as Filarmónicas do Concelho - 01 Março 2016

É sabido que o associativismo contribui para a consolidação e dinamização do tecido social, e é um importante factor de transformação e inovação social. Assume-se como um local de experimentação de novas soluções. Neste contexto, as colectividades assumem uma importância social, cultural, política e económica bastante significativa.

É essencial reconhecer a especificidade e a importância do associativismo, especialmente sob a sua forma cultural e recreativa, na medida em que o seu funcionamento assenta numa lógica que não pertence nem ao domínio mercantil, nem aos objectivos centrais da estratégia que o movimento associativo deve elaborar.

A predominância da mercantilização, que procura transformar tudo em lucro financeiro, desde os objectos de consumo às próprias relações que os indivíduos estabelecem entre si, é indissociável à penúria de meios e de condições de acção de que padece, actualmente, o movimento associativo. Assim como a falta de reconhecimento das funções sociais desempenhadas por este movimento. A participação dos portugueses nas actividades associativas é bastante reduzida. A maior parte dos portugueses não pertence a nenhuma associação.

O associativismo é particularmente favorável ao exercício da democracia, constituindo por isso um importante factor de construção da nova cidadania e definição da identidade local, e para a integração social e expressão cultural no exterior do sistema economicista dominante.

Diremos que, fazer o bem ao próximo, está na essência do ser humano, por isso quem faz trabalho voluntário já tem o benefício da realização pessoal. Existe ainda a percepção de que se todos trabalharem pelo próximo todos nos beneficiamos pelo trabalho de outro. E o desenvolvimento da sociedade será exponencial, muito maior do que quando pensamos que dependemos de nós mesmos e trabalhamos pensando no próprio benefício como meta principal.

Em hora de fim de mandato, releva a análise consciente do trabalho realizado pela direção ainda em exercício de funções. Nesse sentido, para além da discriminação das activades desenvolvidas, apresentámos em Assembleia Geral de sócios, no passado dia 29 de Janeiro, o Relatório e Contas de Gerência, relativo ao ano de 2015, que foi aprovado.

Neste mesmo dia foram eleitos os corpos gerentes para o Biénio 2016/2018, cuja constituição abaixo se insere:

 

Assembleia Geral:

Carlos Justino Cordeiro (presidente); João Pedro Gomes Luís (vice-presidente); Jorge Manuel da Cunha Mendes Riso (secretário); Joaquim Pedro Costa Pereira (secretário); Filomena Isabel da Cunha Mendes Riso (suplente); Joaquim Manuel Alvernaz Vieira (suplente).


Direcção:

José Fernando Henriques Cipriano (presidente); António Augusto Rocha Vitorino (vice-presidente); António Rogério Monteiro Brites (vice-presidente); Patrícia Isabel Mendes Amaro Murteira (secretário); Galina Jamacocean (secretário); Diogo Miguel Vitorino Lopes (tesoureiro); Nuno Manuel Duarte Oliveira (vogal); Raquel Fernandes Pombo Ribeiro (vogal); Pedro Gonçalo Bizarro de Sousa Vieira Gonçalves (vogal); Pedro Gustavo Carvalho Canas (suplente); Luis Miguel Bailão Gomes Carvalho (suplente).


Conselho Fiscal:

Fernando Pinto da Silva (presidente); Manuel dos Santos Viana (secretário); José Manuel Damião Lopes Padilha (relator); Rui Manuel Carvalho Bento (suplente); João Carlos da Conceição Rosado (suplente).


A direção cessante agradece toda a desinteressada ajuda prestada pelos sócios e instituições amigas e deseja à nova Direção os maiores sucessos no exercício das suas múltiplas actividades.

Até à próxima notícia a recente eleita Direcção da Sociedade União Musical Alenquerense, deseja aos sócios e amigos da colectividade votos de boa música e aguarda a participação e interesse de todos, na vida da nossa agremiação.

A Direcção da SUMA

Voce Esta: Crónicas Crónica as Filarmónicas do Concelho - 01 Março 2016